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Arriscada vida de semi-deus


Era uma vez um garoto chamado Ulisses. Sim, ele tinha o mesmo nome do rei de Ítaca, uma das várias ilhas gregas, e um bravo e íntegro herói que sempre lutava em prol de sua família e de seu povo e que foi um dos grandes soldados que lutou na grande guerra de Tróia. Mas este Ulisses não era o mesmo Ulisses de Tróia, apesar de se parecerem muito fisicamente , no porte atlético.

Porém, Ulisses não era uma garoto comum. Ele era um semi-deus filho de Atena , a deusa da sabedoria. Certa vez,em sonho, Ulisses recebeu uma mensagem de sua mãe Atena, que dizia a ele para juntar alguns de seus amigos e seguir de barco à vela para o norte; pois tinha para ele uma missão a ser cumprida. E assim Ulisses fez durante um ano.Certa noite, ainda em meio ao mar, Ulisses e seus companheiros perceberam a aproximação de uma enorme tempestade, que rapidamente gerou ondas enormes, que viraram o barco onde estavam .

Ao acordarem pela manhã, todos se encontravam esticados na areia da praia de uma ilha aparentemente deserta e, mortos de fome, resolveram explorar a ilha para ver se achavam algo para comer . Acharam melhor não se separarewm, já que não conheciam a ilha e poderiam acabar se perdendo de vez.Depois de horas de procura, a boca já estalando de sede, encontraram algo completamente inesperado: havia um rebanho de carneiros pastando em frente à uma cabana.As bocas dos cavalheiros,você pode imaginar,se encheram d'água.

Então, de dentro da cabana,começou a vir um cheiro irresistível de carne de carneiro assada.E,junto com o cheiro, uma voz muito sedutora de mulher saiu de lá de dentro : " Oh, mas que pecado! Rapazes taõ belos e robustos como vocês não merecem passar fome...venham , queridos,venham até mim...vou lhes preparar uma perfeita refeição! " . No ímpeto, os soldados se precitaram para a cabana, seduzidos pela doce voz da mulher e pelo perfume delicioso de carne assada. Porém, Ulisses hesitou em fazê-lo ( digamos apenas que há um dedinho de Atena por aí ) . Em uma fração do segundo, antes que seus companheiros sequer entrassem na cabana, precipitou-se para fora uma mulher. Seus companheiros começavam a gritar, mas seus gritos eram entrecortados. Imediatamente, Ulisses percebeu o que se passava.Agarrou-se ao seu escudo e, rapidamente, escondeu-se atrás de uma árvore.

Ouvia apenas o ruido farfalhar das folhas em sua direção - o que indicava que Medusa, a terrível górgona que tem cobras no lugar dos cabelos e que transforma as pessoas em pedra com um simples olhar, vinha em sua direção.

- Ulisses, oh , querido Ulisses! - clamou Medusa. - Olhe para mim...veja o monstro horrível em que sua mãe me transformou !

Era uma enorme tentação olhá-la, e Ulisses lutava intensamente contra esse ímpeto, tentando achar um meio de liquidar a górgona. Olhou ao redor, tentando ainda não olha para a sedutora Medusa.Olhou para as a´rvores, para o chão,para as pedras, para um pequeno monte de pedras enormes que havia a alguns metros de distância...então, uma brilhante ideia lhe ocorreu. Ulisses correu para a frente deste monte de pedras ao mesmo tempo que uma das cobras do cabelo de Medusa abocanhava o lugar onde estivera uma segundo antes sua cabeça. Ficou de frente para o monte , tirou do bolso seu Ipod , que era prateado , e levantou-o de mondo que conseguia ver o reflexo de Medusa e acompanhar cada movimento dela.

- Filho de Atena, você vai pagar pelo que sua mãe miserável fez comigo ! - sibilou a górgona, agora com a voz nada sedutora.

Ela foi a toda velocidade em direção a Ulisses; e,quando ia abocanhá-lo de vez, o garoto se esquivou e a górgona bateu nas pedras, fazendo com que uma delas caísse sobre ela. Enxugando o suor de ansiedade, Ulisses constatou que seu plano correra perfeitamente bem : Medusa estava liquidada. Virou-se e já ia embora, lamentando a morte dos companheiros (que foram petrificados pelo olhar de Medusa), quando ouviu uma voz clamando por socorro vinda de dentro da cabana. Entrou , um pouco temeroso, no covil de estátuas de pedra, e se deparou com um senhor já de idade, que lhe pediu auxílio para sair da caverna da górgona; pois estava preso por algemas aos pés de uma estátua de um porco . Compadecido pela situação, Ulisses não hesitou em ajudá-lo a sair dali. Só mais tarde, depois de levá-lo à praia, pescar um peixe e dar ao hóspede para comer, Uliusses descobriu que aquele mendigo era um deus, que testava sua bondade.

Como Ulisses passou no teste, o deus concebeu a ele um bom barco a vela, com muitos matimentos para viajem. Deslumbrado, Ulisses nem teve tempo de agradecer ao deus, que desaparecera misteriosamente. Navegou, então, por vários dias sem cessar; até que, quando já não mais aguentava, avistou o litoral . Aportou e se foi feliz para casa, onde seu pai o esperava, desesperado, chingando e ao mesmo tempo chorando de tanta alegria por ver seu filho são e salvo.

Mais tarde, depois de já ter comido e de seu pai já ter tratado de seus pequenos ferimentos, Ulisses encontrou uma caixa em cima de sua cama. Em cima da caixa, jazia o seguinte bilhete:

" Parabéns por ter cumprido sua missão e libertado os habitantes da ilha daquele terrível monstro. Atena. "

Ao abrir a caixa, o que Ulisses encontrou foi um tanto inusitado: uma pequena cobrinha, vazndo um liquido verde, rebolava ali dentro. Pegou-a com uma das mãos, sorrindo e se pôs a imaginar como ela iria ficar maravilhosa empalhada e dependurada na parede de seu quarto.



AUTORES: CAMILA MADUREIRA E FABRÍCIO SILVA

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