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POEMA 10 - Poeminas cinéticos

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Poeminhas Cinéticos  
Millôr Fernandes

Era um homem bem vestido
Foi beber no botequim
Bebeu muito, bebeu tanto
Que
       saiu
              de
                     lá
                              assim.
As casas passavam em volta
Numa procissão sem fim
As coisas todas rodando:
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Paráfrase por Anne Karoline Fernandes de Matos:

Um rapaz bem vestido foi beber em um bar, mas bebeu demais e saiu daquele 
estabelecimento cambaleando, pois, devido ao àlcool, seu equilíbrio foi afetado
e, consequentemente, a visão também.




Paráfrase do poema "Poeminhas Cinéticos"

Por Phillipe Tavares de Souza Lins


Um homen que andava bem vestido bebeu muito no bar e foi embora para casa completamente 
bêbado e tudo em sua volta começou a girar em torno de si.



Alusão do poema "Poeminhas Cinéticos"

Por Phillipe Tavares de Souza Lins

Um homen que andava muito triste
Por ter se separado de sua esposa
Tinha idéias que consiste
Em muitas coisas.

Uma dessas coisas para ele é fazer assim:
Procurar o melhor caminho
Ir "beber no botequim"

"Bebeu muito, bebeu tanto"
Que não conseguiu voltar para sua casa
Começou chorar aos prantos
Que em sua imaginação criaram-se asas.



Comentário do poema "Poeminhas Cinéticos"

Por Phillipe Tavares de Souza Lins

Esse poema que foi escrito por Millôr Fernandes é muito chamativo,
ou seja, atrai o leitor pois mescla palavras com figuras relacionadas
com o tema do poema.



Paráfase do poema Poeminhos cinéticos	

Por Débora Nazario Gontijo

Era um homem bem vestido 
Foi encher a cara no botequim 
Bebeu muito,bebeu tanto 
         que 
              saiu
         de lá

           assim

Não tinha mais equilibrio
ficou cambaleando assim
       assim 
             assim
         assim
     assim.

Alusão do poema Poeminhos cinéticos

Por Débora Nazario Gontijo

Várias meninas bricavam na calçada
Pulavam, caiam e se machcavam
Até que uma deu a ideia 
vamos brincar de amarelinha?

e assim pulavam 
       de
          um
     lado 
            pro
      outro.

_______________________________________

Alusão do poema "Poeminhas cinéticos"(Millôr Fernandes)
Por Gustavo Lourenço

Bebida marvada
Não consigo larga-la
É a razão da minha vida
Como amo essa birita

Já tomei dela tantas vezes 
que minha mulher me largou
jogou as coisas em mi
maté eu ficar
           ASSIM 
       ASSIM 
              ASSIM 
         ASSIM 
              ASSIM
        ASSIM

Paródia do Poema 10 – Poeminhas cinéticos (Millôr Fernandes)

Por: Gabriel Barreto. É, eu era um homem bem vestido Mas fui beber no botequim Bebi tanto Que

           saí

de

                       lá

           mais

do

                       que

           assim


Tudo rodava

Rodava eternamente, é...

Rodava.

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